A montagem das telhas Cerâmicas Miranda Corrêa, começa de baixo para cima e da direita para esquerda, conforme o desenho ao lado.

Para um perfeito telhado, o alinhamento vertical e horizontal das telhas deve ser rigoroso. A montagem das telhas Cerâmicas Miranda Corrêa, começa de baixo para cima e da direita para esquerda, conforme o desenho ao lado.

Para um perfeito telhado, o alinhamento vertical e horizontal das telhas deve ser rigoroso.

 
 
 
 
 
 

Um projeto bem elaborado evita o desperdício em obra, além de proporcionar segurança e economia ao cliente.

Para que o projeto seja funcional e esteticamente perfeito, visando evitar possíveis erros futuros e surpresas desagradáveis, é fundamental que durante a fase de planejamento o profissional leve em consideração alguns fatores importantes, tais como: o tipo de telha, a inclinação da cobertura, a galga da telha, o tipo de estrutura, o cálculo das quantidades, a modulação da cobertura e a instalação de cumeeiras e rufos.a

Para se calcular a quantidade correta de telhas de uma cobertura siga passo a passo as orientações abaixo:

Devemos obter a área a ser coberta, incluindo o beiral e as sobreposições do telhado, para que não ocorra erro no quantitativo;

1º passo: Encontrar a área em planta e depois transformar em área inclinada;

Ex.: Você possui uma área de 12m x 10m = 120,0m² (esta área ainda não está corrigida para a inclinação solicitada), este é o próximo passo.
 
2º passo: Depois de encontrar a área em planta, devemos multiplicar pelo fator de correção (F.C.), correspondente a inclinação do telhado para obtermos a área inclinada
 
Supondo que o telhado tenha 36%, pela tabela temos para inclinação 36%, Fator de Correção (F.C.) = 1,063. Desta forma, multiplicamos a área em planta pelo fator de correção: 120,00m² x 1,063 = 127,56m² e encontramos a área inclinada.
3º Passo: Multiplica-se a área inclinada pelo consumo de telhas por m²
Ex.1: Telha Romana = 16,0 telhas cobrem 1,0m².
 
A quantidade que irá precisar é 2.041 telhas
 
Atenção: Para evitar condensação e infiltração devem-se tomar algumas medidas indispensáveis como:
  • É fundamental que a estrutura do telhado esteja em perfeito esquadro e que não haja irregularidades na madeira ou na estrutura metálica a fim de garantir a segurança e a estética da cobertura;
  • É aconselhável fazer o ripamento somente quando a telha estiver no local, assim você terá o controle exato da GALGA;
  • As ripas devem ter medida padrão, com distanciamento entre si de acordo com o modelo escolhido;
  • É de fundamental importância para o funcionamento da cobertura que a inclinação esteja adequada para o tipo da telha escolhida como específica o manual de montagem do fabricante.

A estética e o funcionamento do telhado dependem muito do grau de inclinação. Telhados com menor inclinação têm tendência a dar vazamentos nas chuvas com vento.

Por isso a inclinação da cobertura deve ser definida ainda no projeto.

Para se calcular a inclinação correta de uma cobertura siga passo a passo as orientações abaixo: 

1º Passo: Se a cobertura for duas (02) águas com medidas de 12m de largura x 16m de comprimento, será calculado da seguinte forma: 12m ÷ 2 = 6m (encontramos o vão útil de 01 das águas) como mostra figura 1;

2º Passo: Irá multiplicar o vão útil 6m x 36% = 2,16m (como mostra o gráfico do fabricante) na figura 2;

Então o pé direito será de 2,16 metros de altura (Cumeeira)

Dica: formula para inclinação em percentual (%)

I = h x 100        I = 2,16 X 100 = 36          B                         6mI = 36%

Importante: Inclinação ≥40% recomendamos amarrar as telhas do beiral, ou quando a construção for em regiões com ventos fortes.

É a distância máxima entre as faces superiores de duas ripas, que varia conforme o tamanho e o tipo da telha.

A expressão galgar o telhado significa pregar as ripas a partir do beiral até a cumeeira usando uma galga como medida.

A colocação das ripas inicia-se de baixo para cima, ou seja, do beiral para a cumeeira, usando um gabarito da galga como medida 

Obs.: A primeira ripa ou ripa de beiral deve ser 1,5 cm mais alto e com distancia de 0,26 cm da segunda ripa.

 

• Maior conforto térmico

• Mais economia

• Maior durabilidade

• Entrega rápida e confiável

• Economia de energia

• Resistência ao clima

• Isolamento acústico

• Valorização do imóvel
 

Água - Superfície plana inclinada de um telhado. 

Beiral - Projeção do telhado para fora do alinhamento da parede. 

Cumeeira - Aresta horizontal delimitada pelo encontro entre duas águas, geralmente localizada na parte mais alta do telhado. 

Espigão - Aresta inclinada delimitada pelo encontro entre duas águas, que formam um ângulo saliente, isto é, o espigão é um divisor de águas. 

Rincão - Aresta inclinada delimitada pelo encontro entre duas águas, que formam um ângulo reentrante, isto é, o rincão é um captador de águas. Também conhecido como água furtada. 

Rufo - Peça complementar de arremate entre o telhado e uma parede. 

Fiada - Seqüência de telhas na direção de sua largura. 

Peça complementar - componente cerâmico ou de qualquer outro material que permite a solução de detalhes do telhado, podendo ser usado em cumeeiras, rincões, espigões e arremates em geral. 

Alvenaria estrutural com  Bloco Cerâmico  é  um sistema de construção onde as paredes, além da função de vedação, são responsáveis pela absorção dos esforços solicitantes do projeto e  por isso são indispensáveis o  uso de blocos estruturais com alto padrão de  qualidade e grande resistência.

Além de  incorporarem todas as  vantagens da alvenaria em cerâmica, os  Blocos Estruturais por apresentarem furos na vertical, possibilitam a passagem de tubulações e instalações hidráulicas e elétricas sem a necessidade de  quebras posteriores, suas paredes lizas possibilitam a aplicação direta de gesso ou
textura direto dispensando o  chapisco e reboco. A Canaleta “U" proporciona o perfeito acabamento no respaldo (cinta) para receber o apoio da laje.
Cada família oferece as opções de comprimento necessárias para a paginação das paredes sem desperdícios.
 

A modulação é o principio básico de projetos em alvenaria estrutural.

Medidas de ambientes, pé direito, esquadrias, devem ser compatibilizadas com as medidas dos blocos que pretende utilizar. A coordenação modular somente será atingida quando utilizar blocos com padronização geométrica. 
 

Para a execução mais eficaz das alvenarias, recomendamos alguns procedimentos:

  1. Na ligação de fundação com a alvenaria (principalmente alvenaria de embasamento) seja feita uma impermeabilização a fim de evitar a aparição de umidade;
  2. No assentamento dos blocos a vista e aparente evitar o uso do cal, pois o mesmo causa uma “eflorescência” nas bordas dos blocos e dificulta a fixação da resina ou a pintura. Usar produtos a base de silicato de alumínio ou similar e as argamassas prontas oferecidas no mercado;
  3. No preparo da argamassa no canteiro usar produtos que melhoram sua plasticidade e trabalhabilidade, com a inclusão de vedacit ou outro produto que sirva de plastificante e impermeabilizante, ou similar;
  4. Na execução das juntas fazer os frisos não muito profundos, pois a execução dos frisos profundos causa a infiltração de água e prejudica a ligação entre os blocos fazendo com que a transferência de carga seja prejudicada;
  5. Todas as aberturas que posteriormente sejam executadas como cortes deverão ser feitas com disco próprio para bloco cerâmico e não com o uso de ponteiro ou talhadeira diretamente sem que o corte seja feito, pois isso afeta todo a assentamento dos blocos ao lado da abertura. Também no assentamento todos os blocos devem ser, quando necessário, cortados com uma ferramenta de disco tipo serra mármore ou serra de bancada, nunca usar lixadeira ou esmirilhadeira no corte pôr ser ferramentas muito perigosas para o uso em bloco;
  6. Deverão ser observadas as cargas que atuarão diretamente sobre as alvenarias, pois as mesmas deverão receber um reforço de grautiamento nas partes necessárias para a absorção das cargas que agem diretamente sobre elas. O calculista deverá observar com cuidado estas cargas e dimensioná-las corretamente estas alvenarias passando, se necessário, de alvenaria de fechamento para alvenaria estrutural;
  7. Na abertura para a colocação dos caixilhos, aberturas para ar condicionados e vãos em geral, recomendam a execução de uma pequena faixa de argamassa ou outro material afim de que a mesma sirva como pingadeira, evitando infiltrações que causam o aparecimento de manchas e fungos;
  8. No caso da alvenaria aparente é fundamental o manuseio com cuidado dos blocos na obra a fim de evitar a chamada “quebra de cantos”, causados pôr impactos no manuseio dos mesmos.
 
Dicas sobre produtos para a proteção de blocos cerâmicos:
1. Verniz - não pode ter “ESTIRENO" na composição química, caso contrário, causará esbranquiçamento das partes aplicadas;
2. Silicone - Alta durabilidade - produto da DOW CORNING - DRYSIL -
impermeabiliza por 5 anos;
3.  VIAPOL K 154 - protege o bloco e a argamassa;
4. Umidade - Otto Baumgart - VEDACIL ou AQUELA - evitam passar umidade;
 
OBS: As Juntas têm que ser bem preenchidas sem deixar vazios para entrada de água de chuva, pois isso causa aparições de esbranquiçamento e lodo nos blocos cerâmicos.